Educação e materiais abertos
Apostilas, sequências didáticas, vídeos, simuladores, oficinas e cursos introdutórios, inclusive de programação e ciência de dados, com licenças que permitem reutilizar.
Ciência, sociedade e soberania.
Um movimento popular que reúne gente de todas as áreas para estudar os problemas do país, produzir conhecimento aberto e fazer coisas concretas com ele: ensinar, pesquisar, desenvolver e adotar software livre, e levar propostas ao debate público. Está em formação e é aberto a quem quiser participar.
A ciência não pertence só aos laboratórios, nem entender a sociedade é tarefa só da universidade.
O Movimento Sociocientífico Brasileiro (MSB) é uma iniciativa popular voltada à educação, à circulação do conhecimento, à soberania brasileira e à participação da sociedade nas decisões que envolvem ciência e tecnologia.
História, Filosofia, Sociologia, Geografia, Economia, Biologia, Física, Química, Matemática, Computação, Saúde, Engenharias e outras áreas se encontram na vida de todo dia. Por isso o movimento junta Ciências Humanas e Sociais, Ciências da Natureza e conhecimentos técnicos, sem hierarquia de prestígio entre elas.
Não se exige diploma, profissão nem experiência com programação. Quem pesquisa, ensina, programa, traduz, escreve, desenha ou organiza tem lugar.
Apostilas, sequências didáticas, vídeos, simuladores, oficinas e cursos introdutórios, inclusive de programação e ciência de dados, com licenças que permitem reutilizar.
Estudos reproduzíveis, ciência cidadã e cuidado com possíveis irregularidades, sem confundir erro, divergência de método e fraude comprovada.
Alfabetização midiática, checagem e métodos verificáveis, como educação e participação social.
Criar quando for preciso, mas sobretudo fazer as alternativas que já existem serem conhecidas, instaladas, traduzidas, ensinadas e mantidas.
Científica, tecnológica, digital, produtiva e cultural. Não é isolamento: cooperação internacional combina com capacidade brasileira.
Ações com escolas, comunidades e bibliotecas, e propostas fundamentadas para o debate público.
Muita tecnologia livre já existe e segue sem uso. Uma alternativa que ninguém conhece, ou que ninguém consegue instalar, não diminui a dependência de ninguém. Por isso o observatório do MSB olha, em cada setor, para quatro coisas:
São 19 setores, com 40 tecnologias e instituições listadas e 50 lacunas apontadas, cada uma com fonte. Não há percentuais: as classificações são qualitativas, e o que ainda não foi levantado aparece como "dados insuficientes". Versão 0.2, em revisão.
Define princípios, participação aberta a qualquer pessoa e uma coordenação colegiada, sem presidência unipessoal. Ainda não é um estatuto aprovado: é uma versão de outubro de 2026 para discussão e deliberação coletiva.
Dúvidas, debates, oficinas, grupos de estudo e a articulação dos projetos. Ao entrar, leia as regras, escolha seus interesses e se apresente.
Software livre, estudos reproduzíveis e material didático com licença aberta. Uma primeira contribuição pode ser corrigir um trecho de documentação.